sexta-feira, 24 de julho de 2015

breves

Correio do Minho, n.º 9709 (24 jul. 2015), p. 3.

Correio do Minho, n.º 9709 (24 jul. 2015), p. 3.

O Theatro e a (re)organização urbana de Braga

Hoje, 24 de Julho (sexta-feira), pelas 15h
Pequeno Auditório do Theatro Circo
conferência integrada nas comemorações do Centenário do Theatro subordinada ao tema “O Theatro e a Cidade” com as seguintes intervenções:

·         Miguel Bandeira|O Theatro e a (re)organização urbana de Braga
·         Ana Maria Macedo| Sociedade Theatro Circo de Braga – os Fundadores
·         Albertino Gonçalves| A vitalidade cultural e a criatividade das cidades
·         Mário Caeiro| Reinventar a cidade através da arte



terça-feira, 21 de julho de 2015

ser anjinho






SER ANJINHO
Recolha de provas fotográficas de meninos e meninas que fizeram um dia parte da procissão de S. João. Digitalização das provas e recolha de testemunhos, para documentação do Arquivo Aliança.
local: Museu da Imagem
Praça Conde S. Joaquim, 35 (ao Arco da Porta Nova)
datas: 21 a 25 de julho de 2015
horário: 11 às 19h
Correio do Minho, n.º 9706 (21 jul. 2015), p. 11.


anjinhos da procissão

Correio do Minho, n.º 9706 (21 jul. 2015), p. 11.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

100 anos de teatro



21 de Julho (terça-feira), 18h
inauguração da exposição “O Theatro e a Cidade”, 
Salão Nobre

24 de Julho (sexta-feira), 15h
conferência subordinada ao mesmo tema que conta com os contributos de Miguel Bandeira, Ana Maria Macedo, Albertino Gonçalves e Mário Caeiro,
Pequeno Auditório.

terça-feira, 30 de junho de 2015

rapariga do primeiro

A um segundo de estacionar o carro, depois de uma rua limpa, ele pergunta a um carro que sai, então, onde é que é. Uma voz masculina responde da torre que é no quarto andar, mas o do carro disse que era uma rapariga no primeiro. Então, como é que é, pergunta, titubeante, com uma súbita mudança de tom de voz. Mais máscula, mais forte, mais pronúncia do Norte. E o passo apressa.
É a rapariga do primeiro. Anda, segue-me. Não ouve a conversa. O coração bate forte. Uma mão estendida para o tio. E gente à volta. Toma lá. Dá cá. Caneco, não há caneco. Ninguém tem um caneco por aí? Arranja-se já! E a moça, não quer? Não, obrigada. Uma simpatia de corpo que quase não é corpo, nem de homem, de mulher. Unhas pintadas de vermelho, pernas palito, pés inchados que arrastam o chinelo. Cabelos compridos. Resto de cara de... mulher? Então tio, é da boa, pergunta a rapariga do primeiro andar que subiu e desceu as escadas e que se pôs a espreitar para baixo. Não há cinza? Pera lá, vou acender um cigarro. Foda-se, amanhã trago prata para vender. Isso é que é negócio! E cinza! Entre uma, duas, três, quatro ou cinco pessoas que se arrastam a passo rápido à procura de mais, o cão peludo insiste nas pedras da calçada. Do que é que está à procura? É um rato, caralho! Foda-se o caralho do cão não larga os calhaus!
Uma para ti, uma para mim. Compra-se cinco, fuma-se duas, dá-se três. E uma moedinha. Deixa o tio, foda-se, oube lá! Num tenhe!


© Paulo Pimenta




















you can look at our bodies, but you can never see our spirits


© Nelson d'Aires













aleixar * afastar-se * distanciar-se


segunda-feira, 29 de junho de 2015

fotografia Brasil

FOTOGRAFIA BRASIL
rua da Escola Politécnica, 141
a S. Mamede
Lisboa

FOTOGRAFIA BRASIL
carimbo branco
FOTOGRAFIA BRASIL
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